Segundo ele, os recursos para construção de casas populares em outro terreno, que serviriam aos moradores da favela, foram disponibilizados em 2007 e as moradias deveriam ter sido entregues no ano passado. “A empresa que vai fazer as casas resolveu pedir aumento, e essa brincadeira está atrasando as casas em seis meses. Uma coisa que era para a gente inaugurar não estamos inaugurando”, reclamou. As informações sãiod a Agência Brasil.
Lula criticou também os que afirmam que ele e a ministra Dilma Rousseff, da Casa Civil e responsável pelo gerenciamento das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), viajam demais. “Se a gente não estiver ali, atrás da obra, sabendo quem está atrapalhando, uma obra de um ano só acaba em dez anos”, justificou.
No discurso, o presidente elogiou as ações empreendidas pelo atual ministro da Justiça, Tarso Genro, que deixa o cargo na semana que vem para dedicar-se à campanha pelo governo do Rio Grande do Sul. Foi na gestão de Tarso Genro na pasta da Educação que o programa Universidade para Todos (Prouni) foi implantado, lembrou o presidente. Ele destacou o fato de cerca de 50 mil jovens de baixa renda terem tido acesso à universidade no Rio Grande do Sul, graças ao programa. “Foi a primeira vez que um governo tomou a atitude de colocar o pobre na faculdade”.
Ainda sobre a gestão de Tarso na pasta da Educação, o presidente citou a construção da Universidade Federal dos Pampas no Rio Grande do Sul, que ganhou mais 16 campi. Segundo Lula, a interiorização do ensino universitário fez com que jovens gaúchos não precisassem mais se deslocar para até a capital, Porto Alegre, para uma vaga na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. As informações são da Agência Brasil.
(Redação - Agência IN) , 05/02/2010

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