Maressa Vieira, Engenheira e Professora
O Planeta pede socorro. Em nome do progresso todos pagam pelas conseqüências. As previsões são assustadoras; urge compreender a situação diante das últimas investigações que sugerem maior impacto e antes do previsto caso não seja controlado o aquecimento global.
Um encontro de cientistas em Copenhague está agendado para o dia 10 de novembro, quando será feito um balanço da mudança climática e reforçar que é primordial a comunidade internacional unir-se para direcionar ações concretas no combate à devastação do planeta.
Recentemente delegados das Nações Unidas encontraram-se na Alemanha e apontaram avanços lentos que poderiam dificultar um acordo na COP15. O problema também foi discutido na cúpula dos G9 na Itália resultando na enumeração de pontos decorrentes da falta de comprometimento de países em diminuírem emissões gasosas; destaca que países em desenvolvimento como China e Índia precisam assinar o acordo, mas como isto implicaria em desaceleração do crescimento econômico, países ricos deveriam oferecer apoio financeiro, já que são responsáveis por maior parte das emissões.
A Conferência das Partes sobre o Clima, realizada há vários anos chegará à 15ª com uma preocupação maior, objetivando moldar um tratado em substituição ao Protocolo de Kyoto, que expirará em 2012, firmando compromisso para o enfrentamento das mudanças climáticas e do aquecimento global, urgente e necessário, oportunidade para os governos definirem ações.
O governo brasileiro empenha-se em dar continuidade a uma política ambiental comprometido com o crescimento econômico, apoio financeiro a campanhas em defesa do meio ambiente. Introduzir novos elementos de gestão, valorizando questões ambientais constitui desafio contínuo, mas as metas devem ser viáveis, englobando incentivo ao plantio de grãos, recuperação de áreas degradadas, fim das queimadas nos próximos anos, diminuindo as emissões de CO2.
O Presidente Lula deve definir na terça-feira, dia 10, a posição do brasileira na COP15, embora já se divulgue que governo brasileiro prevê redução do desmatamento na Amazônia e de 40% da emissão de CO2, devendo estabelecer metas específicas viáveis de cumprimento. A proposta é levar uma espécie de carta de boas intenções. A Conferência deve encontrar novos significados na condução do acordo quando os participantes compartilharão idéias e apreensões.
Há uma cobrança maior de organizações ambientalistas e da sociedade civil e até de empresários para que o Brasil leve uma proposta ambiciosa, sendo consenso que é preciso compartilhar esforços e amenizar as divergências sobre a divisão de responsabilidades entre países industrializados e emergentes para que o acordo obtenha resultado satisfatório a todos na luta pela redução das mudanças climáticas.
06.11.2009

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Cuidar do planeta é dever de todos nós. Conscientização é o pornto de partida. Traçar políticas ambientais e fiscalizar fica com o governo. Vamos levantar a bandeira e salvar o planeta.
Equilibrando desenvolvimento e sustantabilidade do planeta será possível reduzir problemas ambientais atuais e prevenir contra futuros.
Como refere a engª, o Brasil, 1 dos 4 BRIC (Brasil, Russia, India e China) é o que apresenta um desenvolvimento mais consentaneo com o bem estar da população mundial.
Viva o LULA e a DILMA, sua sucessora na presidencia.
O cuidado com o planeta tem que existir tanto de nossa parte quanto da parte do governo. Unidos, podemos inverter a situação de desmatamento e poluição para um lugar limpo, verde e cheio de vida. Não devemos é esperar alguém tomar iniciativa, ela tem que vir de cada um de nós.