Nesta fase de cogitação de nomes para a disputa presidencial, filiação, mudança de partido, acertos, coligações, formação de palanques, orientador de campanha, promessas, vale questionar o comportamento dos políticos.
O ziguezague estabelecido, a invasão da privacidade, da moral, do comportamento, do julgamento do outro. Cenas que se repetem ao longo dos anos. Quem somos? Que pleiteamos de fato? Um Brasil ambicioso, cheio de planos para um futuro promissor, idealizador e realizador?
Concordo que é necessário somar; a união de partidos faz parte da democracia. As adesões são fundamentais, mas fortalecidas pelo propósito maior de alavancar o progresso do país e não puramente uma disputa de cunho pessoal, a medir forças e a privilegiar uns poucos em detrimento de muitos.
Governar o Brasil por 4 anos (ou
requer mais, muito mais: envolvimento, integração, dedicação, resiliência; é ser, estar, fazer e refazer, inovar, encontrar caminhos novos ou trilhar velhos. Importante é a coerência, o desprendimento, a disponibilidade de servir e representar o país da diversidade e na adversidade.
Todo país precisa de um condutor, um líder que, com a devida sabedoria, comprometimento e vontade política redirecione os caminhos num rumo promissor.
Crescer frente o mundo. Este desafio deve prevalecer. Fazer páreo de fato aumentando sua oferta ao mercado exterior, explorando e o beneficiando suas riquezas, muitas e variadas, estabelecer metas de produtividade e fomentar o desenvolvimento permitindo o crescimento do seu povo no acesso à educação de qualidade, de fato e de direito. Esse é o ponto principal; cobrado, não valorizado. Os frutos? Com certeza, haverá fortalecimento da economia, da produtividade e minimização da pobreza e da fome.
Um povo consciente, esclarecido e capacitado pode contribuir mais e melhor para mudanças necessárias e urgentes visando minimizar diferenças gritantes na sociedade.
Pensem nisso. Travem uma disputa presidencial com o pensamento direcionado ao Brasil emergente que requer sucessivo crescimento. Somos todos filhos de uma grande Nação e esta requer grandes filhos.
Engenheira e Professora Maressa Vieira
28.09.2009

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Seria bom se os políticos acabassem com o jogo de interesses e lembrassem que o interesse maior deve ser o progresso do Brasil. Gostei da posição da colega engenheira.
O Brasil precisa de uma eleição presidencial que prime pela seriedade. e compromisso dos candidatos com o povo brasileiro. Uma mulher pode ser a grande diferença para 2010.
Em um país cintinental como o Brasil, necessitamos de um sucessor de Lula para continuar seus projetos , que este representante de nossa nação seja apto (a), capaz e consciente da situação da população em âmbito nacional.
Presumo que Dilma poderá ser esta sonhada esperança.
Vamos em frente.
Que as pessoas não se precipitem em fazer conjecturas daquilo que pensam, que julgam e não podem comprovar.
Olá, gostaria de dar minha sugestão. Acho que uma pessoa que seria um bom nome para a vice-presidencia da Ministra seria o Governador do Amazonas. Além de ser um homem inteligente e com um bom curriculum, possui vários prémios referente a preservação da amazônia, pois o Brasil e o mundo tem voltado as atenções para o clima no mundo e a amazônia tem feito parte disso. Um bom ponto na qual a ministra poderia infocar seria a preservação da amazonia e o governador seria um bom aliado quanto a isso, pois a senadora Marina Silva perderia muitos votos.